Contagem regressiva para implementação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos

29 de março de 2018

Venda de genéricos cresce mais que setor farmacêutico em 2017

Os medicamentos genéricos já estão consolidados como grande alternativa para os pacientes.

De acordo com dados levantados pela Pró Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) a venda de medicamentos deste gênero superou a média do setor farmacêutico em 2017.

No último ano,  a indústria fechou o balanço com saldo positivo. Foi registrado um aumento de 11,78% no total de unidades vendidas, em comparação ao ano anterior.

Em dezembro, a Anvisa sediou um encontro para discutir a regulação dos medicamentos genéricos no mercado. O evento reuniu grandes laboratórios e fabricantes internacionais.

O aumento na venda de genéricos

Em 2017, foram comercializadas, no total, 1,2 bilhão de unidades contra 1,1 bilhão no ano anterior.

Os medicamentos encerraram o ano de 2017 com 32,46% de participação no mercado.

O resultado geral da pesquisa ainda indica que tais medicamentos tiveram elevação de seis pontos percentuais acima da média do mercado farmacêutico.

A possibilidade de economizar na compra dos medicamentos é o principal fator que motiva o aumento do consumo.

De acordo com uma análise realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada, 37% dos consumidores admitiu a escolha pelos genéricos.

Enquanto isso, 32% preferem as marcas reconhecidas e 31% ainda arrisca uma mescla dos dois tipos.

A pesquisa ainda mostra que 45% das pessoas buscava um tipo de produto e optou por outro por conta da economia.

Em uma abordagem geral, o levantamento da Febrafar teve como objetivo apurar  o perfil de compra dos brasileiros.

Foram analisados os tipos de medicamento adquiridos, as ocorrências de troca de medicamentos e os motivos que levaram a isso.

De acordo com o que foi discutido no encontro promovido pela Anvisa, e noticiado aqui no blog, a intenção é que o comitê internacional de agências de medicamentos unifiquem os métodos regulatórios.

A partir de janeiro de 2018, já se vislumbra a possibilidade de realizar discussões integradas.

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