9 de agosto de 2017

Brasileiros pouco se preocupam com falsificação de medicamentos, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela farmacêutica Sanofi, em dezembro de 2016, constatou o despreparo da população brasileira quando o tema é a falsificação de medicamentos.

O levantamento contou com mais de sete mil entrevistados de Argentina, Brasil, Guatemala, Equador, Peru, México e Colômbia. De acordo com uma das responsáveis, Luciana Giangrande, falta uma percepção mais extensa a respeito do problema.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já atestou que na Ásia, África e América Latina, a cota de medicamentos falsificados pode corresponder a 30% do mercado.

O Ministério da Saúde, por sua vez, age na tentativa de conscientizar a respeito do problema. Existem algumas dicas que podem dar indícios sobre a procedência e a validade dos medicamentos.

Práticas contra a falsificação de medicamentos

De acordo com dados do Ministério da Saúde, os medicamentos para disfunção erétil, seguido por aqueles de maior valor agregado, como para o tratamento de câncer, são os maiores objetos de falsificação.

O nível de falsificação dos medicamentos pode variar de diversas formas, seja pela alteração no princípio ativo, inserção de outras substâncias.

Existem formas, no entanto, de verificar a procedência. Um número de SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) na embalagem já é um bom indício. A tarja na caixa também pode ser um indicativo. Quando entra em contato com o metal, revela a palavra “Qualidade” por trás da tinta.

O MEDiD, ferramenta desenvolvida pela Rastreabilidade Brasil, possibilita a leitura da identidade do seu medicamento. Disponível para os sistemas iOS e Android, o app oferece a chance de consultar os dados do remédio com uma leitura digital a partir da câmera do Smartphone. Saiba mais aqui.

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