11 de outubro de 2017

Rastreabilidade é discutida em debate sobre vigilância sanitária

Mesa Redonda fez parte da 7ª Semana do Conhecimento em Vigilância Sanitária; tema da rastreabilidade pautou conversas sobre alimentação e SNCM

A Semana do Conhecimento em Vigilância Sanitária teve sua sétima edição promovida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em meados de setembro. O principal tema em discussão foram as soluções de rastreabilidade aplicadas a setores como alimentos e medicamentos.

O evento ainda promoveu um encontro que possibilitou ao Brasil aprender um pouco como a vizinha Argentina adotou métodos eficientes de rastreabilidade. A diretora de Vigilância de Produtos para a Saúde da Administração Nacional de Medicamentos, Maria José Sanchez, esteve presente no encontro e fez questão de compartilhar a experiência.

O processo na Argentina envolveu duas etapas. Em 2009, houve a reforma do Código Penal do país, o que acabou enquadrando delitos como fraudes e desvios como crimes. Em 2011, dois anos depois, surgiu o rastreamento por unidade de medicamento – um sistema de localização que registra o produto desde a origem até o destino final.

A precisão de soluções de monitoramento auxilia na detecção de eventuais falsificações, bem como os roubos e episódios de contrabando. No outro lado da moeda, a assessora do gabinete da Presidência da Anvisa afirmou que o Brasil está bem posicionado no setor e que só Argentina e Turquia são países que também já avançaram em pesquisas na área da rastreabilidade.
O otimismo aumentou quando a porta-voz da Anvisa mencionou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM). Todo o discurso reiterou que as medidas serão oficializadas após um período inicial de testes que já dá os primeiros passos.

Entidades e medicamentos já foram escolhidas para participar da fase experimental.

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Para mais notícias em âmbito nacional, fique atento ao Portal da Anvisa.

 

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