Contagem regressiva para implementação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos

1 de junho de 2017

Após onda de investimentos, fusão de empresas cria companhia de R$ 1,2 bilhão

O setor farmacêutico brasileiro sofreu um ‘boom’ de investimentos entre 2009 e 2013, mas novas parcerias prometem impulsionar o setor.

“Há espaço para novos negócios e os fundos de investimentos voltaram a olhar o setor novamente”, admite Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria Farmacêutica do Estado de São Paulo (Sindusfarma).

No último ano, o faturamento do setor teve um crescimento de 11%, o que fechou o balanço em R$ 55 bilhões. Para fazer jus às previsões de Mussolini, que prevê um crescimento de 8% para o setor farmacêutico em 2017, uma fusão entre duas grandes empresas originou uma nova companhia superestimada.

O Grupo FQM, controlada pela empresa argentina Roemmers, e a Divcom, do Recife, fundiram seus negócios para dar origem a um conglomerado empresarial com patrimônio estimado em R$ 1,2 bilhão. A transação, que envolve a troca de ações, reservará 80% do lucro para a multinacional e 20% para a empresa brasileira.

Adquirido por estrangeiros em 2001, o Grupo FQM tem extensa atuação no setor pediátrico e, com base em fundos de investimentos, vem tentando expandir sua atuação.

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